Escola Técnica Geração

4 motivos para fazer o curso técnico em Massoterapia

Publicado em 27 de março de 2018. Categoria(s) Curso Técnico em Massoterapia, Destaques

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Dominar técnicas antigas de relaxamento e conhecer práticas modernas de massagem. Esse é o universo do massoterapeuta, um profissional que tem ganhado espaço no mercado de trabalho por, pelo menos, dois motivos: a preocupação crescente das pessoas com a qualidade de vida e os tempos turbulentos que exigem mais cuidados com a saúde.

O profissional formado pelo curso técnico em Massoterapia é extremamente qualificado. A base sólida desse profissional é conquistada com a duração média do curso de pouco mais de 1.200 horas. Os salários do massoterapeuta são de R$ 2.500, em média, dependendo de onde trabalha e das técnicas que o profissional domina.

Confira 4 bons motivos para fazer o curso técnico em Massoterapia

Cada vez mais requisitado, o profissional de Massoterapia também tem muitos exemplos de sucesso com que se inspirar. Se você gosta dessa área e quer começar a atuar em uma profissão ligada ao setor da saúde, confira, a seguir, 4 bons motivos para fazer o curso técnico em Massoterapia:

1º motivo: Conhecimento mais amplo e especializado

Não se deve confundir o técnico em massoterapia com o massagista. São duas profissões parecidas, mas que guardam uma grande diferença: o primeiro domina técnicas bem variadas, que vão da massagem tradicional a conceitos trazidos do Oriente, como o shiatsu.

O técnico em massoterapia é o profissional especializado em cuidados com o corpo: estéticos, de relaxamento, para práticas esportivas e cuidados pré e pós-cirúrgicos. É capaz de identificar as necessidades do cliente e aplicar a terapia que mais se adeque a cada caso.

Uma das principais vantagens de um curso técnico é que ele amplia o conhecimento do profissional dessa área. Na Escola Técnica Geração, que tem unidades em Florianópolis e Itajaí, a duração do curso técnico em Massoterapia é de aproximadamente 18 meses, entre teoria, prática e estágio.

2º motivo: Qualificação em um campo amplo de atuação

O massoterapeuta pode atuar em uma ampla variedade de locais e, se assim desejar, desempenhar o seu talento de forma autônoma. Além de receber qualificação para manter um negócio próprio, seja como MEI, seja abrindo uma clínica, o massoterapeuta pode trabalhar com carteira de trabalho assinada em espaços terceirizados.

Entre os locais em que esse profissional poderá trabalhar, estão institutos de estética e beleza, clínicas médicas, SPAs, hotéis, clubes esportivos, academias, centros fitness e em programas de qualidade de vida oferecidos por empresas aos trabalhadores.

3º motivo: Formação que facilita a empregabilidade

O técnico em Massoterapia tem um conhecimento especializado, o que facilita a sua empregabilidade. Quem busca a formação na Escola Técnica Geração sairá do curso dominando as mais variadas técnicas. Entre elas, estão terapias orientais, como o shiatsu, o tuiná e a ayurvédica; e terapias mais tradicionais, como a drenagem linfática manual – inclusive a pré e a pós-operatória –, a massagem laboral e a desportiva.

Um dos fatores que contribuem para a maior empregabilidade de quem faz um curso técnico é que cada vez mais empresas estão valorizando essa formação. Os profissionais com ensino técnico são vistos como extremamente capacitados. E, com o crescimento do culto à saúde e à qualidade de vida, profissionais como o técnico em Massoterapia tendem a ganhar mais espaço no mercado de trabalho. Ainda mais que a economia do país está se aquecendo.

4º motivo: Qualificação profissional que paga bem

Ter o diploma de um bom curso técnico, além de ajudar na empregabilidade, também pode traduzir-se em um contracheque melhor no início do mês para quem trabalha com carteira assinada.

Quem faz um curso técnico tem, em média, um salário 39% superior ao de quem atua na área administrativa sem essa formação, e um contracheque 49,3% superior ao de quem está no segmento de comércio e serviços. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e referem-se ao mercado de trabalho em 2017, em Santa Catarina.

 

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